Flagrante na PCE de Cuiabá: Agentes prendem duas mulheres com drogas escondidas

Duas Mulheres São Presas ao Tentarem Entrar com Drogas na Penitenciária Central do Estado em Cuiabá

Neste sábado (26), agentes da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, prenderam duas mulheres ao identificarem drogas escondidas em seus corpos. A fiscalização, realizada por volta das 11h, detectou os entorpecentes durante o uso do scanner corporal, essencial para barrar a entrada de materiais ilícitos no sistema prisional.

Agentes apreendem porções de maconha e desarticulam tentativa de tráfico

Ao realizar a revista, os agentes identificaram seis porções de maconha com as visitantes, de 18 e 29 anos. A mulher de 29 anos, que tentava visitar o marido, ocultava invólucros de maconha na região íntima. Já a visitante de 18 anos, com destino ao amigo detido, escondia porções maiores sob as roupas, fixadas ao corpo com fita adesiva.

Contudo, os profissionais da unidade registraram a ocorrência e, de imediato, encaminharam as mulheres à Central de Flagrantes da Polícia Judiciária Civil. Responsáveis pela segurança no local, os agentes reforçaram que a fiscalização com scanner representa um avanço na detecção de itens ilícitos, desarticulando práticas de tráfico no ambiente prisional.

Tecnologia e fiscalização aprimoram segurança prisional em Mato Grosso

A PCE de Cuiabá utiliza o scanner corporal para elevar a precisão das revistas e reduzir a entrada de drogas, celulares e outros itens que comprometem a segurança.

No entanto, os agentes, ao identificarem materiais suspeitos com visitantes, realizam uma abordagem complementar e rigorosa para coibir crimes dentro das unidades. Além disso, a fiscalização com scanner demonstrou-se eficaz, colaborando para a manutenção da ordem e evitando o fortalecimento de facções criminosas.

Prisões reforçam combate ao tráfico em unidades prisionais

Após o flagrante, as autoridades registraram o caso e informaram que ambas responderão por tráfico de drogas. Por fim, a legislação penal considera o ato de introduzir substâncias ilícitas em presídios um crime grave, com penas variáveis conforme as circunstâncias e quantidades apreendidas. Além da detenção imediata, os investigadores apuram possíveis ligações entre as visitantes e os internos envolvidos.

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