O empresário Leonardo Torloni, filho da atriz Christiane Torloni e do diretor Dennis Carvalho, refuta as acusações de extorsão feitas por Carla Sarni, CEO do Grupo Salus, que controla redes como Giolaser e Sorridents. A defesa de Torloni alega que as negociações foram conduzidas por advogados e visavam a reparação de prejuízos financeiros significativos, supostamente causados por um modelo de negócios falho.
Leonardo contesta acusação e aponta prejuízo milionário
Leonardo Torloni atuava como franqueado das marcas Giolaser e Sorridents. Ele afirma ter investido mais de R$ 7 milhões, mas alega ter acumulado perdas superiores a R$ 11 milhões. Segundo o empresário, a franqueadora teria lucrado mais de R$ 3 milhões em royalties no mesmo período. Por isso, ele sustenta que sua intenção era buscar reparação por perdas comprovadas, e não extorquir a CEO.
Boletim de Ocorrência motivou conflito
A controvérsia ganhou destaque após Carla Sarni registrar um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil de São Paulo. Ela alegou que Leonardo exigiu R$ 3,9 milhões para não divulgar informações à imprensa. A defesa do empresário, no entanto, nega essa versão, afirmando que todas as tratativas seguiram os trâmites legais, sem qualquer tipo de ameaça ou pressão.
Defesa aponta falhas no modelo das franquias
Os advogados de Leonardo Torloni argumentam que a franqueadora adotava práticas que dificultavam a operação das unidades, levando os franqueados a prejuízos constantes. Dessa forma, a defesa alega que o empresário buscava apenas compensar os danos sofridos e restabelecer um equilíbrio contratual justo.
Sim. Ele afirma que nunca ameaçou a empresária e que toda a negociação ocorreu por meios legais.
Segundo sua defesa, Leonardo teve prejuízos superiores a R$ 11 milhões devido ao modelo de negócios da franqueadora.
Carla Sarni afirma que o empresário pediu R$ 3,9 milhões para não denunciá-la, o que originou o boletim de ocorrência.



