A China e os Estados Unidos enfrentam uma nova escalada nas tensões comerciais. O presidente americano, Donald Trump, incentivou aliados do G7 e da OTAN a impor tarifas secundárias sobre produtos chineses. A medida seria uma retaliação às compras de petróleo russo por Pequim. O Ministério do Comércio chinês reagiu, acusando os EUA de “intimidação unilateral” e coerção econômica. Pequim defende a resolução de divergências por meio de diálogo e alerta para as consequências de um maior confronto.
Trump sugere tarifas secundárias
Donald Trump propôs que aliados ocidentais impusessem tarifas secundárias sobre produtos chineses. O objetivo seria pressionar a China a cortar laços comerciais com a Rússia. Essa ação estaria ligada às compras de petróleo russo por Pequim, em retaliação à guerra na Ucrânia.
China reage a acusações
O Ministério do Comércio chinês respondeu firmemente às propostas de Trump. As ações foram classificadas como “intimidação unilateral” e violação dos princípios do comércio internacional. Pequim rejeitou a coerção econômica, considerando-a uma pressão injusta para alterar suas políticas. O país asiático alertou que tomará medidas necessárias para defender seus interesses.
Apelo por diálogo e prudência
O governo chinês apelou para a resolução das tensões por meio do diálogo e uma abordagem prudente. O Ministério do Comércio solicitou aos Estados Unidos que tratassem as divergências de forma construtiva. A China alertou que a escalada de tarifas e sanções pode prejudicar ambos os países e a economia global.
Trump sugeriu tarifas como uma forma de pressionar a China a interromper as compras de petróleo russo, alinhando-se às políticas ocidentais de retaliação à Rússia.
A China acusou os Estados Unidos de “intimidação unilateral” e classificou a proposta como uma forma de coerção econômica.
A China pediu que os Estados Unidos resolvam as divergências através do diálogo e com prudência, evitando ações que possam agravar ainda mais as tensões comerciais.


