A Polícia Civil colocou Poxoréu (MT) no centro de uma investigação sobre fraudes eletrônicas com uso de inteligência artificial, enquanto equipes especializadas avançaram no cumprimento de ordens judiciais para desmontar um grupo criminoso altamente estruturado, além disso, a operação identificou um esquema que utilizava tecnologia para invadir dispositivos e aplicar golpes financeiros, dessa forma, os criminosos exploravam sistemas digitais para acessar dados sensíveis e causar prejuízos em diversas regiões do país, como resultado, a ofensiva ampliou o combate a crimes cibernéticos e reforçou a atuação integrada das forças de segurança.


Mandados e atuação interestadual ampliam alcance da operação
As equipes policiais cumpriram diversas ordens judiciais em Poxoréu e em outros estados, enquanto avançavam na coleta de provas contra os investigados, além disso, a operação incluiu mandados de prisão, busca e apreensão, sequestro de bens e quebra de sigilo telemático, portanto, os agentes intensificaram a ofensiva contra o grupo e atingiram pontos estratégicos da organização, dessa forma, a atuação conjunta com forças locais ampliou o alcance das ações, como resultado, a operação consolidou uma resposta coordenada contra crimes digitais de grande escala.
Uso de deepfakes e técnica de SIM swap estruturavam esquema criminoso
As investigações apontaram que o grupo utilizava inteligência artificial para criar biometrias faciais falsas, enquanto manipulava sistemas de segurança digital, além disso, os criminosos aplicavam a técnica conhecida como SIM swap para assumir o controle de linhas telefônicas das vítimas, portanto, eles acessavam contas bancárias e aplicativos vinculados aos números invadidos, dessa forma, realizavam transferências e compras indevidas, como resultado, o esquema atingiu consumidores em várias regiões e provocou prejuízos financeiros significativos.
Perguntas e respostas:
O grupo utilizava deepfakes para criar identidades falsas e aplicava o golpe de SIM swap para acessar contas das vítimas.
Os suspeitos respondem por associação criminosa, invasão de dispositivo informático, falsidade ideológica e furto mediante fraude eletrônica.
As ações ocorreram em Poxoréu e também em outros estados, com apoio de forças policiais locais.


